The Age of Adaline – A Idade de Adaline

Vamos tentar uma nova abordagem: não vou analisar a história.
E vou ser o mais honesta possível: Filme de Gaja.
Mas daqueles que tem eye candy que motiva a uma audiência masculina.

“Quem tem uma mega crush pela Blake Lively meta a mão no ar…”
Okay, ninguém precisa de mãos para ler esta crítica porque não há muito scroll para fazer. Isto porque não há muito a dizer sobre este filme. E certamente que metade do que se tem a dizer passa pelas razões que motivam um possível pancadão pela loiraça imortal à volta da qual a história gira.

Como é hábito por aqui vamos por partes.

Comecemos pelas partes boas : o guarda-roupa é mega impecável! Se é para fazer um filme de época que seja um filme de época como deve de ser… Há cabelos lindíssimos, há figurinos adequados, há um glamour inerente à imortalidade da Adaline.

Adaline é uma mulher chiquíssima. E para ajudar à festa é imortal. Ena ena! Mas aparentemente a imortalidade é uma chatice… Ver todos os nossos entes queridos a morrer dói lá fundo no coração; um coração que nunca vamos entregar a ninguém para evitar sofrimentos.

Mas…! O amor vence tudo!
Num momento muito Nicholas Sparks o problema resolve-se entre bailes e fins de semana em Chatêaus. Com mil referências à pequenez do mundo, a Adaline vence uma luta interior e ganha ao destino!

Agora a sério: vejam isto se estiverem com uma mente romântica e crente, mas não esperem nenhuma explicação científica minimamente coerente. Aliás, esse é possivelmente a parte mais absurda do filme e a mais insultuosa à inteligência do expectador…
C’mon! Não inventem ciência para suportar um conto de fadas. Descargas aleatórias de electrões que criam imortalidade? Humhum…

Em suma: filme para aquecer o coração. Com uma dupla de personagens principais charmosa nas horas e com uma história com cabeça, tronco e membros.
É para o menino e para a menina!

E como deixamos o melhor para o fim… Em cima do charme do Michiel Huisman (o sortudo que leva como prémio o coração de Adaline), da beleza etérea da Blake Lively, há num plano paralelo a história mais adorável de sempre centrada nuns cachorrinhos lindos que acompanham eras!

Extra: não faço ideia se é da pobreza ou porque já não há muita escolha, mas parece que convenceram o Harrison Ford a entrar um filme que é vários níveis abaixo do seu padrão de qualidade. Alguém que lhe dê um abracinho de consolação.

Vejam!
Não garanto que seja o filme mais necessário de se ir ver ao cinema, mas garanto que é um filme leve de gaja muito necessário. Porque há aqueles dias em que a cabeça não quer pensar e só quer sonhar.

Trailler Legendado:

Link IMDB:http://www.imdb.com/title/tt1655441/
Pontuação d’Ela: 7/10

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